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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Johannes Möller live in Santo Tirso

Johannes Moller live in Santo Tirso 24 May 2013 performing his new piece The Night Flame based on Raga Kirwani in Teentaal.
The title refers to the nature of the music which is flickering like a flame in the night. As well as Raga Rirwani is a night raga. It is known to evoke moods of love, devotion and sadness.
 
 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

XVIII Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso

A XVIII edição do FIGST chegou ao fim e deixou saudades. Tal como em anteriores oportunidades, o Festival consolidou a sua imagem de qualidade - ainda que com a aplicação dos cortes anunciados para a realização da edição de 2011.
O magnífico desempenho dos músicos convidados, aliado a uma experiente organização, permitiram realizar concertos memoráveis sob o tema dos compositores guitarristas.
Apresentando a música do seu último CD, Hey Uwe, Hey Joe, inspiradas peças e improvisações do duo Kropinski e Sachse deliciaram o público do Auditório Padre Vieira no concerto de Abertura. A complexa linguagem das peças não foi impedimento para uma comunicação intensa e fluida com o auditório.
No segundo concerto, o duo português Peres-Marques interpretou com eficiência obras de compositores Portugueses contemporâneos. Com excepção dos Itinerários de Fernando Lapa, todas as composições são de escrita muito recente.
O guitarrista sueco Johannes Möller deslumbrou com um programa que combinou obras da sua autoria com peças emblemáticas do repertório da guitarra clássica. Um intérprete de grande sensibilidade e refinamento musical.
Durante esse fim-de-semana, também Andrew York realizou uma master-class no Museu Municipal Abade Pedrosa e um brilhante concerto centrado nas suas próprias obras, que teve lugar no Auditório do Centro Cultural de Vila das Aves, sala esta que brinda excelentes condições técnicas e acústicas para a guitarra clássica.
O checo Pavel Steidl foi a grande surpresa para o público da Biblioteca Municipal – com o seu virtuosismo e uma musicalidade sem paralelo, realizou um concerto extraordinário. Apresentou um repertório invulgar com peças de Coste e Paganini, entre outros. De destacar ainda, a “acrobática” interpretação da obra de Carlo Domeniconi “Homenagem a Jimmi Hendrix”.
O concerto de encerramento, a cargo do francês Pierre Bensusan, foi outro grande momento que encantou a superlotada sala do Auditório da Biblioteca Municipal. A experiencia de trinta e cinco anos de carreira e a apresentação de Vividly fecharam o Festival com chave de ouro.
Ao longo de dezoito anos, o Festival tem conseguido consolidar um projecto único em Portugal, que com uma programação imaginativa tem vindo a ultrapassar as crescentes dificuldades económicas dos últimos anos, mantendo os padrões de qualidade musical definidos desde a primeira edição.
Para além dos muitos melómanos que habitualmente enchem as salas do FIGST, é também de salientar a presença de muitos jovens e de novos guitarristas de todo o país que seguem atentos este evento, testemunho da popularidade que o instrumento tem adquirido nos últimos anos em Portugal.